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sábado, 20 de julho de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Trollando...
Ideias prontas e preconceitos sobre política e a reação de quem se incomoda com isso:
ou,
Nossa Presidenta trollando uma entrevistadora...kkk
ou,
Nossa Presidenta trollando uma entrevistadora...kkk
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Coração de princesa, boca de plebéia.
Seguindo o conselho de meus amigos, segue texto apartado e emancipado de sua fonte inspiradora.
Quem gosta de saber onde está pisando, pode tentar adivinhar qual é o filme de referência do texto...
-----
Um mundo dorme, o outro acorda.
Acordei eu, da minha vida enfadonha, para um silencioso pesadelo.
Adeus doce desconforto.
Aqui de fora, olho para nossa casa e vejo você dançando com seus amigos.
Aos 30 anos, me sinto muito só.
Cansei de ser eu.
Dizem que não posso mudar o que sou.
Dizem que as derrotas habituais são mais suportáveis.
Ameaçam: Se você for embora, será para sempre.
Murmuram: Não nos traia, não faça como aquele-você-sabe-quem.
Descubro que com uma chave-mestra posso ter qualquer coisa.
Custe o que custar, eu quero uma dessas.
- Para ganhá-la, tens que trincar o coração de cristal de uma princesa.
EU PRECISO de uma chave-mestra, não me importo com o resto.
- Vivo no submundo mas sou uma princesa de estirpe. Tenho o coração de uma princesa, sirvo?
- Para mim tu és apenas uma pirralha, fofa e imunda.
(Olhos marejados)
(Choro)...
E a chave-mestra finalmente em minhas mãos! Minha jornada terminou?
Não, está apenas começando.
Despeja o escravo sorridente da sala e nela acolhe o bruto desajeitado que se esconde no porão.
Vai, diga mais à tal princesa, diga-lhe 'a verdade'!
Aqui, não gostamos de plebéias metidas a princesa, volte para a favela, feiosa.
Se resolver sair de lá, você deve ficar na cidade.
Desta cidade você não pode sair jamais.
A glória dos livres não é pra você.
Os gostos são muito variados, alguns são especialmente únicos e especiais.
Tu, és capaz de gostares de mim assim desse jeito.
Já o sabes? Como podem os doces amargar tão rápido?
Não quero mais o que queria antes.
Me perdoa?
Nem o doce nem o amargo permanecem.
Nossos passados já podem ser destruídos para que um novo destino nasça.
Toma meu coração, sabes o movimento, faze-o como quem puxa um plug da tomada.
E a partir de hoje nos faremos:
À força,
com coragem,
sorvendo a beleza,
dando amor...
e zoando de nossas finitude e pretensões.
Menina travessa e terrível guerreira!? Quantas camadas...
Uma, fina e impenetrável, para labutar ao sol em teu trabalho nojento,
Outra, de pura branca flor, para usar à noite com teu homem.
Quem gosta de saber onde está pisando, pode tentar adivinhar qual é o filme de referência do texto...
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Um mundo dorme, o outro acorda.
Acordei eu, da minha vida enfadonha, para um silencioso pesadelo.
Adeus doce desconforto.
Aqui de fora, olho para nossa casa e vejo você dançando com seus amigos.
Aos 30 anos, me sinto muito só.
Cansei de ser eu.
Dizem que não posso mudar o que sou.
Dizem que as derrotas habituais são mais suportáveis.
Ameaçam: Se você for embora, será para sempre.
Murmuram: Não nos traia, não faça como aquele-você-sabe-quem.
Descubro que com uma chave-mestra posso ter qualquer coisa.
Custe o que custar, eu quero uma dessas.
- Para ganhá-la, tens que trincar o coração de cristal de uma princesa.
EU PRECISO de uma chave-mestra, não me importo com o resto.
- Vivo no submundo mas sou uma princesa de estirpe. Tenho o coração de uma princesa, sirvo?
- Para mim tu és apenas uma pirralha, fofa e imunda.
(Olhos marejados)
(Choro)...
E a chave-mestra finalmente em minhas mãos! Minha jornada terminou?
Não, está apenas começando.
Despeja o escravo sorridente da sala e nela acolhe o bruto desajeitado que se esconde no porão.
Vai, diga mais à tal princesa, diga-lhe 'a verdade'!
Aqui, não gostamos de plebéias metidas a princesa, volte para a favela, feiosa.
Se resolver sair de lá, você deve ficar na cidade.
Desta cidade você não pode sair jamais.
A glória dos livres não é pra você.
Os gostos são muito variados, alguns são especialmente únicos e especiais.
Tu, és capaz de gostares de mim assim desse jeito.
Já o sabes? Como podem os doces amargar tão rápido?
Não quero mais o que queria antes.
Me perdoa?
Nem o doce nem o amargo permanecem.
Nossos passados já podem ser destruídos para que um novo destino nasça.
Toma meu coração, sabes o movimento, faze-o como quem puxa um plug da tomada.
E a partir de hoje nos faremos:
À força,
com coragem,
sorvendo a beleza,
dando amor...
e zoando de nossas finitude e pretensões.
Menina travessa e terrível guerreira!? Quantas camadas...
Uma, fina e impenetrável, para labutar ao sol em teu trabalho nojento,
Outra, de pura branca flor, para usar à noite com teu homem.
domingo, 25 de novembro de 2012
Que Educação precisamos para Amanhã?
Para quem acha que educação é principalmente aprender o que já existe - concepção tradicional - vale ouvir Sir Ken Robison em sua fala na TED (http://www.ted.com) - com legendas em português:
E a parte 2:
E a parte 2:
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sábado, 10 de novembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Olhos de neon
Espelhos d'água para um mergulho rápido;
Águas caribenhas com peixinhos plim;
Apenas olhos de um neon azul pueril;
Dados a vagar devagar demais;
Adormecido o dia, enfastiado da beleza,
Deram de beber aos gênios das garrafas,
E reconciliaram Deus e o Diabo,
Que decidiram morar juntos,
E tiveram um monte de filhinhos,
E enquanto Deus cozinha,
Medita na beleza nada pueril de sua família.
domingo, 29 de julho de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
""Inteligentíssimo. Mas desonesto."
(Visão literária do escândalo da Operação Monte Carlo e dos questionamentos feitos por alguns parlamentares ao Procurador-Geral da República)
(Local, 'Delegacia de Polícia', com uma balança da justiça de cabeça para
baixo, na parede do fundo. Na sala, dois criminosos, com máscaras mas muito bem
vestidos. um deles com pinta de delegado, sentado a mesa. O outro em pé ao lado
do interrogando, o PGR.)
- Nome?
- Roberto Monteiro Gurgel.
- Profissão?
- Procurador-Geral da República.
- Pois bem cidadão. Recebemos uma denúncia aqui de que o senhor anda
investigando...digo, não anda investigando crimes que deveria
investigar...
- Eu não entendo... O que está acontecendo aqui?
- O senhor está sendo acusado e deve responder às perguntas. Queremos
ouvi-lo...
- Mas vocês não são da polícia, nem do ministério público!
- Isso não vem ao caso. O senhor tem que falar porque não investigou esse
caso.
- Mas eu investiguei...os inquéritos e as medidas policiais e judicias
foram e estão sendo adotadas... Eu não conheço vocês de algum lugar?
- Não.
- Acho que conheço sim... de um processo talvez... vocês não têm amigos
naquele processo...
(safanão)
- Presta atenção que podemos lhe prejudicar muito, a você e a sua família,
é melhor não mexer com a gente... O senhor sabe que temos muito interesse nessa
investigação. Essa sua postura é muito grave.
- Eu ainda acho que, como Chefe do Ministério Público Federal e como
titular desta ação, era eu que deveria estar fazendo as perguntas a respeitos
dos crimes cometidos... Mas vocês acusarem o acusador é um absurdo. Um amigo
meu, gaúcho, diria que em horas como essas parece que são "os postes estão
mijando nos cachorros".
- Discordo. Nós sacamos primeiro e o convocamos antes. Quem mandou
demorar...
- Eu estava investigando e processando, como sabem, isso é muito
trabalhoso. Vejam por exemplo esse caso do mensalão, são milhares e milhares de
documentos...
- Não mude de assunto, nós que o estamos interrogando agora!
- Tenho uma curiosidade: como vocês conseguiram marcar esse
interrogatório?
- Mágica! Mas falando sério, não concordas com a gente que é uma ótima
estratégia essa de interrogá-lo logo agora que estás avançando no trabalho? Como
tem um monte de gente na lama, o público vai achar que você é mais um... e aí
nossos amigos escapam.
- De fato, é inteligentíssimo. Mas não é honesto.
(PGR levanta-se. Interrogadores surpresos.)
- Bem... Desculpem-me, mas eu preciso continuar o meu trabalho.
(PGR sai)"
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sábado, 9 de outubro de 2010
silêncio ou diálogo?
1. - Você veio pelo anúncio?
Ela acena afirmativa e timidamente com a cabeça.
O anúncio procurando por uma namorada muda, certo?
Novo aceno...
2. - Você veio pelo anúncio no qual eu peço a namorada muda?
Não.
Então, ouça-me com atenção, porque essa é a nossa única chance: nossos monólogos devem, juntos, parecer uma conversa... (D. Filgueiras)
Ela acena afirmativa e timidamente com a cabeça.
O anúncio procurando por uma namorada muda, certo?
Novo aceno...
2. - Você veio pelo anúncio no qual eu peço a namorada muda?
Não.
Então, ouça-me com atenção, porque essa é a nossa única chance: nossos monólogos devem, juntos, parecer uma conversa... (D. Filgueiras)
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